Call of Duty: Ghosts

Call of Duty: Ghosts foi recentemente lançado para Xbox 360, PlayStation 3, Wii U, PC, com versões também para os novos Xbox One e PlayStation 4, e vários rumores sobre o que é possível fazer ....

Splinter Cell: Blacklist

Splinter Cell: Blacklist é um jogo que segue a tendência dos últimos lançamentos das grandes produtoras. Com um protagonista marcante, ótimos gráficos e uma ...

Crysis 3 | Crítica

Multiplayer frenético e belos visuais compensam por pouco jogo curto que não aproveita novas mecânicas

Darksiders II – Death Lives!

Produzido pela Vigil Games e publicado pela THQ para Xbox 360, Ps3 e PC o game tem início pouco tempo depois do começo do primeiro jogo, no entanto...

Análise - Splinter Cell: Blacklist

A campanha solo e a trama de Blacklist não oferecem bom entretenimento, mas ao lado de outra pessoa o novo Splinter Cell pode ser muito divertido
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'GTA V' para PC não deve demorar para chegar, dizem Intel e Nvidia

Site diz que game para a plataforma deve chegar no início de 2014.
Intel diz que Sony e Microsoft pagaram caro por exclusividade.


Os jogadores de games no PC ficaram de fora do lançamento de "Grand Theft Auto V", jogo lançado para PlayStation 3 e Xbox 360. Entretanto, de acordo com a Intel e com a fabricante de placas de vídeo para PC Nvidia, o game não deve demorar para chegar à plataforma.
O site "Eurogamer", citando uma fonte que não se identificou, diz que o lançamento ocorrerá no início de 2014, entre março e maio.
Rockstar ainda não anunciou o lançamento do game para PC.
Em entrevista ao site "PC Gamer", o diretor de marketing da Intel, Chris Silva, disse que a Microsoft e a Sony deram uma quantia considerável para garantir "GTA V" como um lançamento dos consoles de videogame. "Mesmo assim, não acredito que o game será exclusivo dos consoles por muito tempo. Mas é isso o que acontece quando você tem um grande lançamento e duas empresas com grandes quantidades em dinheiro tentando garantir a exclusividade", disse.

"Grand Theft Auto IV", lançado em abril de 2008 nos Estados Unidos, só teve uma versão para consoles oito meses depois dos consoles. O mesmo pode acontecer com "GTA V".Os jogadores de PC querem poder jogar "GTA V". Uma petição on-line já recolheu mais de 470 mil assinaturas que serão enviadas para a Rockstar pedindo por uma versão do game para a plataforma.
Lançado em 17 de setembro para PS3 e X360, "GTA V" alcançou US$ 1 bilhão em vendas em apenas 3 dias nas lojas. O game quebrou seis recordes de vendas no Guinness, o livro dos recordes.

Darksiders II – Death Lives!

darksiders-ii-bannerFala galera DNC! Estamos de volta com mais uma mini review de games lançados na última geração e dando continuidade não somente a série de jogos que se passam no fim do mundo (para entrar no clima do dia 21/12/2012) mas também ao game da falado anteriormente, estaremos falando de um grande sucesso dessa geração, Darksiders II, um game tão épico que você não vai querer parar de jogar um só instante.
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Death e Uriel
Produzido pela Vigil Games e publicado pela THQ para Xbox 360, Ps3 e PC o game tem início pouco tempo depois do começo do primeiro jogo, no entanto, este game não se passa exclusivamente na terra, como o seu antecessor. Você começa em uma terra gélida e morta onde Death, um dos 4cavaleiros do apocalipse, está em busca do “Crowfather” (pai dos corvos) para que este lhe revele os segredos de como tirar a culpa, pelo fim da humanidade, das costas de War, seu irmão (e protagonista do primeiro game).
Darksiders II possui melhoras muito significativas em relação ao primeiro game da série, a começar com a mudança do estilo de game, pois ele passou a ser um game de ação/aventura, com fortes elementos de RPG, em segundo lugar o game dá muito mais liberdade ao jogador do que o primeiro game, sem contar as muitas sidequests existentes ao longo do jogo e uma quantidade infinitamente maior de armas e acessórios equipáveis existentes no game. Mas, o ponto que mais pesa no game é a jogabilidade, a movimentação de Death é praticamente perfeita, pois, o personagem é extremamente ágil e praticamente não existem obstáculos que ele não possa passar, e essa é a maior diferença entre os personagens principais do primeiro e do segundo game, pois, enquanto War é focado na brutalidade (bem no estilo Kratos) Death é focado na agilidade e precisão dos seus golpes(no estilo Prince of Persia).
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Death & Dusk
O gráfico do game é realmente lindo, com senários e monstros extremamente bem feitos, e novamente, um elemento que faz com que a moral do personagem aumente ainda mais(como se ela já não estivesse no espaço), é o seu cavalo Despair (Desespero), um cavalo o qual a sua aparência de morto só faz realçar o medo de que se deve ter do seu dono, mas Death não possui somente um “bichinho” de estimação, ele possui também um corvo chamado Dust(Pó), que serve como guia ao longo do game para quando o jogador estiver perdido na vastidão dos cenários.
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Death & Despair
Mas, uma coisa que a Vigil Games não melhorou nem um pouco de um game para o outro foi a quantidade de bugs, claro que algumas DLCs corrigiram a maior parte dos problemas, mas mesmo assim eles existiram, Muitos MUITOS bugs mesmo, como por exemplo em alguns casos após Vulgrim te vender um item, ele fica com seu dinheiro mas não te dar o item, além dos bugs, o design da Abyssal Armor nesse game não está com nada se comparado com o design da Abyssal Armor de War.
O sistema de monetário do game é dado por uma moeda chamada Gilt, e além do Ladrão comerciante Vulgrim, exitem outros NPCs os quais você poderá comprar novas armas, equipamentos, e/ou habilidades para melhorar o desempenho de Death durante o game.
Além de tudo isso, Darksiders II possui um história sensacional, que leva o Player a não querer mais parar de jogar até o descobrir o desenrolar de toda a trama que envolve a Morte.
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Death Vs War… Será??
Por fim, Darksiders II é um game bem completo, que consegue integrar bem vários aspectos de games diferentes dentro de um único game, certamente esse é um dos muitos jogos “Must Play” dessa geração, então vamos lá gamers, preparem-se para um jogo cheio de reviravoltas e aventuras, e quem sabe você não será capaz de dar uma espiadinha no que existe por trás da mascara da Morte? Boa Sorte Gamers e lembrem-se e o que começou com War(Guerra), termina com Death(Morte)…
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Boa Sorte Gamers


Review Splinter Cell Blacklist: jogabilidade inovadora e enredo clichê

Splinter Cell: Blacklist é um jogo que segue a tendência dos últimos lançamentos das grandes produtoras. Com um protagonista marcante, ótimos gráficos e uma direção cinematográfica, o título se esforça para conquistar de vez o seu espaço entre as franquias mais bem sucedidas da atualidade. Porém, entre abordagens silenciosas e trocas intensas de tiros, percebe-se que faltou inovação no modo single player. Blacklist possui versões para PC, PS3, Xbox 360 e Wii U.
Splinter Cell: Blacklist (Foto: Divulgação)Splinter Cell: Blacklist (Foto: Divulgação)
A história começa bem, mas...
O título narra a história de Sam Fisher e sua equipe de agentes especiais a bordo do Paladin, um avião gigantesco com autorização americana para buscar informações em qualquer território sobre ameaças globais. Embora o título possua um antagonista com nome e sobrenome, o game deixa claro que os jogadores deverão medir forças contra uma organização com células e líderes em diversos países.
Os Engenheiros são chamados assim porque pretendem reorganizar a política internacional. Utilizando um enorme poder bélico, inclusive com armas químicas, o grupo ataca pontos decisivos exigindo que os Estados Unidos retirem suas tropas militares em serviço ao redor do mundo.
O pontapé inicial do enredo é excelente, oferecendo argumentos para que Sam Fisher possa percorrer inúmeros territórios sem que a história pareça forçada. Sendo assim, nas primeiras horas de jogo fica a sensação de que o objetivo da Ubisoft funcionou, com um protagonista que exerce autoridade sobre seus comandados e gadgets que oferecem um suporte decisivo no campo de batalha.
História traz ótima premissa, mas desenvolvimento é superficial. (Foto: Divulgação)História traz ótima premissa, mas desenvolvimento é superficial. (Foto: Divulgação)
A proposta começa a falhar quando se percebe que pontos irrelevantes são acrescentados na trama no decorrer do jogo. Além dos questionamentos superficiais, o título traz inúmeros clichês que podem até incomodar os mais atentos. Referências a filmes de ação e jogos de aventura lançados recentemente são constantes.
Gráficos de ponta
Os gráficos de Splinter Cell: Blacklist são ótimos, porém podem ser divididos em dois aspectos. A ambientação é sensacional, explorada de maneira impressionante em locações de diferentes partes do mundo e o nível de detalhes dos cenários não perde em qualidade para nenhum título lançado recentemente.
Título traz gráficos detalhados. (Foto: Divulgação)Título traz gráficos detalhados. (Foto: Divulgação)
A movimentação de Sam Fisher também apresenta um alto nível de qualidade. O único fator que pode incomodar os jogadores mais exigentes é a expressão facial dos personagens secundários. Falta de naturalidade no rosto dos coadjuvantes, deixando evidente em alguns diálogos o quão mecânicos eles são.
Jogabilidade com altos e baixos
O nível de dificuldade elevado do começo do jogo logo é deixado para trás. Aplicando os recursos financeiros de maneira sábia, os jogadores poderão adquirir bombas de fumaça, armas de choque, adesivos explosivos, gás lacrimogêneo e gás sonífero, além de inúmeras melhorias nas armas, no traje e no avião.
Jogabilidade traz abordagem silenciosa, tiroteios, drones e mais. (Foto: Divulgação)Jogabilidade traz abordagem silenciosa, tiroteios, drones e mais. (Foto: Divulgação)
Após as primeiras missões o conceito fica simples; em alguns casos até demais. É possível superar qualquer desafio do game com apenas duas ou três tentativas e alguma paciência. Como ponto positivo, o jogo possibilita diferentes estilos de abordagem, que se dividem em três: Fantasma, Pantera e Assalto. As diferenças se refletem na jogabilidade, alternando entre estratégia, agressividade e furtividade.
O sistema de cobertura beira a perfeição. A forma como Sam progride nos cenários pode fazer com que os jogadores percam horas se arrastando pelos ambientes apenas para surpreender os inimigos. No final fica a sensação de que o gênero ganhou um novo padrão de qualidade, extremamente elevado e esbanjando naturalidade.
Multiplayer inovador
Blacklist traz modo multiplayer diferenciado. (Foto: Divulgação)Blacklist traz modo multiplayer diferenciado. (Foto: Divulgação)
O modo multiplayer de Splinter Cell: Blacklist é mais do que válido, é obrigatório. Uma das novidades é o fato de os jogadores poderem experimentar diferentes jogabilidades na mesma partida, com espiões controlados em terceira pessoa e mercenários em primeira.
Além do modo citado acima, os jogadores podem disputar inúmeras partidas contra outros usuários ao redor do mundo. Entre as principais está o modo clássico, que coloca espiões e mercenários em ambientes tomados pela escuridão, oferecendo uma caçada que exige atenção e habilidade.
Dublagem decepcionante
Bastante questionada nos trailers, parece que a dublagem recebeu pequenas melhorias, porém ainda não alcança o nível de qualidade de outros jogos lançados recentemente em português. Embora esteja claro que o jogo precisa de um conceito infanto-juvenil, palavras leves para situações pesadas se contrastam com cenas de violência explícita, incluindo tortura, e o intenso clima de corrupção.
Sam Fisher comanda Splinter Cell desde 2002 e volta em Blacklist. (Foto: Divulgação) (Foto: Sam Fisher comanda Splinter Cell desde 2002 e volta em Blacklist. (Foto: Divulgação))Sam Fisher comanda Splinter Cell desde 2002 e volta em Blacklist (Foto: Divulgação)
Conclusão
Splinter Cell: Blacklist é um jogo obrigatório para os fãs do gênero. O título leva os games de espionagem a um novo nível, com um sistema de cobertura perfeito, equilíbrio nas ações e diversas possibilidades de abordagem em campo. Apesar dos clichês da história, sobram motivos para apreciar a campanha e principalmente o modo multiplayer.

Call of Duty: Ghosts: canal do YouTube testa mitos do game

Call of Duty: Ghosts foi recentemente lançado para Xbox 360, PlayStation 3, Wii U, PC, com versões também para os novos Xbox One e PlayStation 4, e vários rumores sobre o que é possível fazer no jogo já começaram a surgir. O canal DefendTheHouse do YouTube começou a testar alguns desses mitos em sua série Mythbusters.
Cães de guarda não trabalham bem em equipe no Call of Duty: Ghosts (Foto: Reprodução)Cães de guarda não trabalham bem em equipe no Call of Duty: Ghosts (Foto: Reprodução)
Em dois episódios dedicados a Call of Duty: Ghosts os produtores investigaram várias possibilidades trazidas pelos jogadores, como a vulnerabilidade de inimigos no Helo Scout, maneiras inusitadas de marcar pontos no modo Blitz, comportamento estranho dos cachorros e formas estranhas de impedir um míssil Trinity.
Alguns dos mitos confirmados provam que é possível esmagar soldados com o portão em Stonehaven, que cães de guarda brigam entre si quando colocados juntos e que tiros disparados com um rifle Sniper podem ser desviados usando um Riot Shield, atingindo até mesmo outros jogadores.


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