Call of Duty: Ghosts

Call of Duty: Ghosts foi recentemente lançado para Xbox 360, PlayStation 3, Wii U, PC, com versões também para os novos Xbox One e PlayStation 4, e vários rumores sobre o que é possível fazer ....

Splinter Cell: Blacklist

Splinter Cell: Blacklist é um jogo que segue a tendência dos últimos lançamentos das grandes produtoras. Com um protagonista marcante, ótimos gráficos e uma ...

Crysis 3 | Crítica

Multiplayer frenético e belos visuais compensam por pouco jogo curto que não aproveita novas mecânicas

Darksiders II – Death Lives!

Produzido pela Vigil Games e publicado pela THQ para Xbox 360, Ps3 e PC o game tem início pouco tempo depois do começo do primeiro jogo, no entanto...

Análise - Splinter Cell: Blacklist

A campanha solo e a trama de Blacklist não oferecem bom entretenimento, mas ao lado de outra pessoa o novo Splinter Cell pode ser muito divertido
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Crysis 3 | Crítica

Multiplayer frenético e belos visuais compensam por pouco jogo curto que não aproveita novas mecânicas

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Crytek atingiu a perfeição visual com o processamento disponível nesta geração com seu CryEngine 3. Nos PCs, os games da série Crysis são exaltados como alguns dos melhores nesse quesito - e o novo título, Crysis 3, não é exceção.
Nos consoles PlayStation 3 e Xbox 360, apesar da defasada qualidade gráfica estar muito aquém dos computadores, o engine faz igualmente bonito. Há apenas um seleto grupo de games que enchem os olhos como o novo jogo da Crytek.
Neste quarto título (contando Crysis Warhead), o protagonista do original, Prophet, retorna à ação depois de 20 anos em animação suspensa, como prisioneiro da organização CELL. O salto temporal dá ao jogo um cenário geopolítico novo, mas sem esquecer o que passou. Nova York virou uma selva, com ruínas de civilização por todos os lados. A CELL patrulha o local, fechado em uma cúpula, ocultando algo, que Prophet - resgatado pelo velho amigo Psycho e mais máquina do que homem, fundido à sua armadura Nanosuit - precisa descobrir o que é. Enquanto isso, alguns alienígenas Ceph vagam como selvagens, sem a mente que os controlava como uma colmeia.
Crysis 3 16mai2012 f08
Agindo ao encontro do ótimo engine está uma direção de arte inspiradíssima. O design de fases, porém, retrocedeu muito em relação ao jogo original - e isso é apenas um exemplo dentro da principal falha do game: falta função à maioria dos recursos de mecânica. Prophet, afinal, tem um sem-fim de possibilidades de customização de armas, que pouco alteram a maneira como o jogo transcorre. Basicamente, é possível ir do início ao fim usando apenas o arco composto, a grande novidade do game. Como dispará-lo não remove a camuflagem, a ação pode ser resolvida quase que na íntegra indo de abrigo em abrigo para recarregar a energia da nanosuit enquanto limpam-se os inimigos em tela. Outros novos recursos, como a possibilidade de marcar oponentes em tela com uma visão em estilo de radar e o mini-game de hacking (que converte minas e torres de defesa em aliadas), torna a coisa toda ainda mais fácil. Crysis já foi bem mais desafiador.
Crysis 3 16mai2012 f04
A série sempre privilegiou a escolha: resolva os desafios com armas, furtivo ou com inteligência e os punhos e tinha fases amplas, cheias de possibilidades. Dava para quase se perder nelas. Mas aqui quase todos os cenários envolvem inevitavelmente encontros com os oponentes, já que frequentemente são afuniladas. As fases lineares e herméticas (há uma entrada e uma saída apenas) limitam a criatividade e forçam a limpeza furtiva citada acima. O que era opção no primeiro jogo, virou regra velada aqui. O problema já existia no segundo game, quando a Crytek trocou a excelência do desenvolvimento para os PCs para a (necessária em termos de negócio) massificação de público dos consoles, mas aqui ficou ainda mais evidente.
Crysis 3 16mai2012 f07
Fica o demérito também para a duração. A história agrega muito pouco à série, fazendo o que é possível em pouco mais de cinco parcas horas de jogo. Fica óbvia a opção da Crytek, que andou comentando sobre o "fim do single player", em valorizar o jogo online. O multiplayer é frenético, com a maioria dos modos focada em nanosuit-contra-nanosuit. A diferença em relação à instância anterior é que há um novo sistema de configuração pré-carregada, em que você pode definir suas opções de armadura antes do início do jogo. Um modo divertido e que merece destaque é o "Hunter", em que uma equipe de soldados CELL enfrenta dois oponentes com Nanosuit. Eles têm quatro minutos para eliminar os soldados, que tornam-se caçadores eles também quando mortos. Vence o soldado que ficar vivo.
Com uma história curta, uma mecânica repleta de possibilidades e um design de fases e encontros que não usa todo o potencial desenvolvido, Crysis 3 torna-se um jogo de interesse para os fãs da série, mas que não deve trazer novos jogadores à franquia. É muito pouco pelo dinheiro investido - ainda que pelo menos no multiplayer eles tenham acertado, para quem gosta do masoquismo de jogar com uma legião de fanáticos habilidosos. Afinal, se nos jogos comuns a morte invisível já é algo trivial, com tantos campers e snipers por aí, quando o jogo envolve guerreiros a la Predador, capazes de ficar invisíveis de verdade, as partidas ficam ainda mais surrealistas.

Review Splinter Cell Blacklist: jogabilidade inovadora e enredo clichê

Splinter Cell: Blacklist é um jogo que segue a tendência dos últimos lançamentos das grandes produtoras. Com um protagonista marcante, ótimos gráficos e uma direção cinematográfica, o título se esforça para conquistar de vez o seu espaço entre as franquias mais bem sucedidas da atualidade. Porém, entre abordagens silenciosas e trocas intensas de tiros, percebe-se que faltou inovação no modo single player. Blacklist possui versões para PC, PS3, Xbox 360 e Wii U.
Splinter Cell: Blacklist (Foto: Divulgação)Splinter Cell: Blacklist (Foto: Divulgação)
A história começa bem, mas...
O título narra a história de Sam Fisher e sua equipe de agentes especiais a bordo do Paladin, um avião gigantesco com autorização americana para buscar informações em qualquer território sobre ameaças globais. Embora o título possua um antagonista com nome e sobrenome, o game deixa claro que os jogadores deverão medir forças contra uma organização com células e líderes em diversos países.
Os Engenheiros são chamados assim porque pretendem reorganizar a política internacional. Utilizando um enorme poder bélico, inclusive com armas químicas, o grupo ataca pontos decisivos exigindo que os Estados Unidos retirem suas tropas militares em serviço ao redor do mundo.
O pontapé inicial do enredo é excelente, oferecendo argumentos para que Sam Fisher possa percorrer inúmeros territórios sem que a história pareça forçada. Sendo assim, nas primeiras horas de jogo fica a sensação de que o objetivo da Ubisoft funcionou, com um protagonista que exerce autoridade sobre seus comandados e gadgets que oferecem um suporte decisivo no campo de batalha.
História traz ótima premissa, mas desenvolvimento é superficial. (Foto: Divulgação)História traz ótima premissa, mas desenvolvimento é superficial. (Foto: Divulgação)
A proposta começa a falhar quando se percebe que pontos irrelevantes são acrescentados na trama no decorrer do jogo. Além dos questionamentos superficiais, o título traz inúmeros clichês que podem até incomodar os mais atentos. Referências a filmes de ação e jogos de aventura lançados recentemente são constantes.
Gráficos de ponta
Os gráficos de Splinter Cell: Blacklist são ótimos, porém podem ser divididos em dois aspectos. A ambientação é sensacional, explorada de maneira impressionante em locações de diferentes partes do mundo e o nível de detalhes dos cenários não perde em qualidade para nenhum título lançado recentemente.
Título traz gráficos detalhados. (Foto: Divulgação)Título traz gráficos detalhados. (Foto: Divulgação)
A movimentação de Sam Fisher também apresenta um alto nível de qualidade. O único fator que pode incomodar os jogadores mais exigentes é a expressão facial dos personagens secundários. Falta de naturalidade no rosto dos coadjuvantes, deixando evidente em alguns diálogos o quão mecânicos eles são.
Jogabilidade com altos e baixos
O nível de dificuldade elevado do começo do jogo logo é deixado para trás. Aplicando os recursos financeiros de maneira sábia, os jogadores poderão adquirir bombas de fumaça, armas de choque, adesivos explosivos, gás lacrimogêneo e gás sonífero, além de inúmeras melhorias nas armas, no traje e no avião.
Jogabilidade traz abordagem silenciosa, tiroteios, drones e mais. (Foto: Divulgação)Jogabilidade traz abordagem silenciosa, tiroteios, drones e mais. (Foto: Divulgação)
Após as primeiras missões o conceito fica simples; em alguns casos até demais. É possível superar qualquer desafio do game com apenas duas ou três tentativas e alguma paciência. Como ponto positivo, o jogo possibilita diferentes estilos de abordagem, que se dividem em três: Fantasma, Pantera e Assalto. As diferenças se refletem na jogabilidade, alternando entre estratégia, agressividade e furtividade.
O sistema de cobertura beira a perfeição. A forma como Sam progride nos cenários pode fazer com que os jogadores percam horas se arrastando pelos ambientes apenas para surpreender os inimigos. No final fica a sensação de que o gênero ganhou um novo padrão de qualidade, extremamente elevado e esbanjando naturalidade.
Multiplayer inovador
Blacklist traz modo multiplayer diferenciado. (Foto: Divulgação)Blacklist traz modo multiplayer diferenciado. (Foto: Divulgação)
O modo multiplayer de Splinter Cell: Blacklist é mais do que válido, é obrigatório. Uma das novidades é o fato de os jogadores poderem experimentar diferentes jogabilidades na mesma partida, com espiões controlados em terceira pessoa e mercenários em primeira.
Além do modo citado acima, os jogadores podem disputar inúmeras partidas contra outros usuários ao redor do mundo. Entre as principais está o modo clássico, que coloca espiões e mercenários em ambientes tomados pela escuridão, oferecendo uma caçada que exige atenção e habilidade.
Dublagem decepcionante
Bastante questionada nos trailers, parece que a dublagem recebeu pequenas melhorias, porém ainda não alcança o nível de qualidade de outros jogos lançados recentemente em português. Embora esteja claro que o jogo precisa de um conceito infanto-juvenil, palavras leves para situações pesadas se contrastam com cenas de violência explícita, incluindo tortura, e o intenso clima de corrupção.
Sam Fisher comanda Splinter Cell desde 2002 e volta em Blacklist. (Foto: Divulgação) (Foto: Sam Fisher comanda Splinter Cell desde 2002 e volta em Blacklist. (Foto: Divulgação))Sam Fisher comanda Splinter Cell desde 2002 e volta em Blacklist (Foto: Divulgação)
Conclusão
Splinter Cell: Blacklist é um jogo obrigatório para os fãs do gênero. O título leva os games de espionagem a um novo nível, com um sistema de cobertura perfeito, equilíbrio nas ações e diversas possibilidades de abordagem em campo. Apesar dos clichês da história, sobram motivos para apreciar a campanha e principalmente o modo multiplayer.

Call of Duty: Ghosts: canal do YouTube testa mitos do game

Call of Duty: Ghosts foi recentemente lançado para Xbox 360, PlayStation 3, Wii U, PC, com versões também para os novos Xbox One e PlayStation 4, e vários rumores sobre o que é possível fazer no jogo já começaram a surgir. O canal DefendTheHouse do YouTube começou a testar alguns desses mitos em sua série Mythbusters.
Cães de guarda não trabalham bem em equipe no Call of Duty: Ghosts (Foto: Reprodução)Cães de guarda não trabalham bem em equipe no Call of Duty: Ghosts (Foto: Reprodução)
Em dois episódios dedicados a Call of Duty: Ghosts os produtores investigaram várias possibilidades trazidas pelos jogadores, como a vulnerabilidade de inimigos no Helo Scout, maneiras inusitadas de marcar pontos no modo Blitz, comportamento estranho dos cachorros e formas estranhas de impedir um míssil Trinity.
Alguns dos mitos confirmados provam que é possível esmagar soldados com o portão em Stonehaven, que cães de guarda brigam entre si quando colocados juntos e que tiros disparados com um rifle Sniper podem ser desviados usando um Riot Shield, atingindo até mesmo outros jogadores.


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